Conversas sobre Ciência Cidadã
Com Muki Haklay, Professor de Ciência da Informação Geográfica no Departamento de Geografia da University College London e co-director do grupo Extreme Citizen Science. Co-fundou a empresa social Mapping for Change, focada em cartografia comunitária e ciência cidadã, e lidera a equipa de ciência cidadã do Learning Planet Institute, em Paris. É membro fundador da Citizen Science Association e Vice-Chair da European Citizen Science Association.
Está envolvido na ciência cidadã desde a sua implementação a nível europeu e desempenhou um papel fundamental na sua adoção e definição a nível internacional. Na sua opinião, quais foram as principais mudanças ao longo do tempo, e quais continuam a ser os maiores equívocos em torno deste tema?
Discordaria da primeira parte — as redes europeias de anilhagem de aves começaram no início do século XX, e a história da observação meteorológica remonta a meados do século XIX. Eu certamente não estava lá!
A minha própria inspiração veio do trabalho de Alan Irwin, Carolyn Harrison, Jacquie Burgess e outros académicos dos anos 90 que estudavam a relação entre ciência e sociedade. Interessava-me também o acesso público à informação ambiental, bem como a cartografia participativa. Na sua forma digital, a cartografia participativa era designada por sistemas de informação geográfica de participação pública (PPGIS) e, mais tarde, por Informação Geográfica Voluntária (VGI). Este contexto é importante para compreender a minha posição ao responder a esta pergunta.
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| Year of publication: | 2026 |